Ao longo da vida apostas sempre na árvore que crescerá mais. Aquela que será mais e melhor sucedida. A que dará maiores frutos.
Descuras as outras. Aquelas que à priori esmorecem. Estão meses sem florir, anos sem dar fruto.
Esqueces as tais que embora frágeis se vão fortalecendo. Demora. Dão frutos. Pequenos, mas saborosíssimos.
As vezes é preciso não sonhar demais, não querer demais, não pensar demais. Sentir. Chega...
sábado, 7 de novembro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Quando somos miúdos todos nos dizem que há-de chegar o dia em que vamos fazer diferente, ser diferente, pensar diferente. E quando te apercebes já passou o dia: já fazes diferente, és diferente e pensas diferente. Cresces e vais passando inevitavelmente por todas as fases humanas. Nem sempre te apercebes da nova fase. Melhor ainda, é dificil encontrar alguém que alguma vez se tenha apercebido daquele exacto momento da mudança.
Não eu não estou numa de dizer que cresci. Sou mais uma que não quero crescer nem nada do género. Até chegar o dia em que percebo que mudei e pronto até aceito.
Hoje não fiz diferente. Não fui diferente. Mas pensei diferente. A sensação foi estranha. Uma tal impotência que nunca tinha experimentado. Aquele sentimento de querer mudar o Ontem, o Hoje e o Amanhã. Mudar pensando.
Não cresci.
Acordei com o meu mundo a cair-me em cima.
Amadureci.
Não eu não estou numa de dizer que cresci. Sou mais uma que não quero crescer nem nada do género. Até chegar o dia em que percebo que mudei e pronto até aceito.
Hoje não fiz diferente. Não fui diferente. Mas pensei diferente. A sensação foi estranha. Uma tal impotência que nunca tinha experimentado. Aquele sentimento de querer mudar o Ontem, o Hoje e o Amanhã. Mudar pensando.
Não cresci.
Acordei com o meu mundo a cair-me em cima.
Amadureci.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Sabes quando acordas pelo segundo dia consecutivo com aquela má disposição que teima não passar. Aquela vontade de não fazer nada. Limitas-te a sair da cama para o sofá a ver se consegues dormir alguma coisinha. Depois duma noite em claro a ouvir os vizinhos a acasalar e o irmão a ressonar. Nove e pouco da manhã e meto o primeiro filme na esperança de adormecer nos primeiros dois minutos. Esquece lá o sono. O filme até nem é nada de jeito. Sou viciada em televisão. É o vício que não me deixa fechar os olhos na esperança que pelo menos os últimos quinze minutos valham a pena. Eram quase cinco da tarde quando a sessão intensiva de cinema de merda valeu a pena. Estava mesmo a fechar os olhos. O único motivo que me levou a carregar no play foi o Josh Duhamel. Do filme só tenho a dizer que é bom para quem gosta de sonhar e chorar mesmo no fim quando o par romântico se junta. Para mim ela teria ficado melhor servida com o J. Mas lá apareceu o enfezadito que sabia quantos sorrisos ela tinha e levou a melhor.
"Do you know she has six smiles?
One when she's making plans.
One when she is laughing out of politeness.
One when she is uncomfortable.
One when she is making fun of herself.
And one when... she's talking about her friends."
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