Somos Cafés, bares e afins Mobília, paredes e alicerces Somos D'onde passamos horas a fio Fazemos Tudo e nada Falamos De tudo e nada
Conversas à volta do vinho
Prolongam o Verão
Esse que por agora
Tem outro sabor
Sabe Bem
Tudo em ti
Em nós
Sabe Bem
Nós é que não sabemos
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Quando somos miúdos todos nos dizem que há-de chegar o dia em que vamos fazer diferente, ser diferente, pensar diferente. E quando te apercebes já passou o dia: já fazes diferente, és diferente e pensas diferente. Cresces e vais passando inevitavelmente por todas as fases humanas. Nem sempre te apercebes da nova fase. Melhor ainda, é dificil encontrar alguém que alguma vez se tenha apercebido daquele exacto momento da mudança. Não eu não estou numa de dizer que cresci. Sou mais uma que não quero crescer nem nada do género. Até chegar o dia em que percebo que mudei e pronto até aceito.
Hoje não fiz diferente. Não fui diferente. Mas pensei diferente. A sensação foi estranha. Uma tal impotência que nunca tinha experimentado. Aquele sentimento de querer mudar o Ontem, o Hoje e o Amanhã. Mudar pensando. Não cresci. Acordei com o meu mundo a cair-me em cima. Amadureci.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Preciso deitar a cabeça nas almofadas esquecer aquilo que não lembro teima não deixar dormir
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Sabes quando acordas pelo segundo dia consecutivo com aquela má disposição que teima não passar. Aquela vontade de não fazer nada. Limitas-te a sair da cama para o sofá a ver se consegues dormir alguma coisinha. Depois duma noite em claro a ouvir os vizinhos a acasalar e o irmão a ressonar. Nove e pouco da manhã e meto o primeiro filme na esperança de adormecer nos primeiros dois minutos. Esquece lá o sono. O filme até nem é nada de jeito. Sou viciada em televisão. É o vício que não me deixa fechar os olhos na esperança que pelo menos os últimos quinze minutos valham a pena. Eram quase cinco da tarde quando a sessão intensiva de cinema de merda valeu a pena. Estava mesmo a fechar os olhos. O único motivo que me levou a carregar no play foi o Josh Duhamel. Do filme só tenho a dizer que é bom para quem gosta de sonhar e chorar mesmo no fim quando o par romântico se junta. Para mim ela teria ficado melhor servida com o J. Mas lá apareceu o enfezadito que sabia quantos sorrisos ela tinha e levou a melhor.
"Do you know she has six smiles?
One when something really makes her laugh. One when she's making plans. One when she is laughing out of politeness. One when she is uncomfortable. One when she is making fun of herself. And one when... she's talking about her friends."
terça-feira, 4 de agosto de 2009
"Não trates por prioridade quem te trata por opção"
vais pelo impulso. sem pensar. pensar é perda de tempo. digo-te. um dia tudo muda. até lá tenho tempo. é bom ouvir de quando em vez coisas como esta. até eu fico a pensar.
“Do hebraico “hanna” significa graciosa. Predisposição da criança para se tornar muito segura, graças à sua boa organização mental. Consciente das responsabilidades, pode à primeira vista parecer um pouco fria. O seu coração pode ser quente, mas de forma selectiva. Prefere a solidão aos laços medíocres, a verdade às noções enganadoras. Privilegia as coisas duradouras que tendem a melhorar com o tempo, a paz interior, a sabedoria e a serenidade.
Do alemão “guerreiro”, Luísa é inibida com estranhos, mas quando existe confiança é bastante faladora e dada. É arisca e rebelde.”
Comecei assim. Hoje reflicto.
Se a nossa personalidade reflecte o nome que nos impõem, se assinasse qualquer outro nome seria diferente? A essência é sempre a mesma. O ‘estar’ adapta-se às circunstâncias. Tenho a minha graça. Todos temos uma. Defeitos e feitios constantes. Não sou rebelde. Sou doente da cabeça.